Automação Residencial

BIOMETRIA, câmeras com acesso pela internet e telas sensíveis ao toque para controlar som, vídeo ou luz ambiente e até eletrodomésticos são os novos sonhos de consumo das residências de alto padrão. O mercado se beneficia do barateamento da tecnologia- nas contas da Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside), o preço de sistemas do gênero caiu pela metade nos últimos cinco anos. E a popularização dos Smartphones abriu um novo nicho, o de soluções baseadas em aplicativos. “As interfaces vão migrar para dispositivos móveis com telas touch, como iPad e Smartphones”, afirma Felipe Gásparo, 27 anos, sócio da GDS Automação.

Criada há três anos, a empresa mineira triplicou o faturamento em 2010, para R$170 mil. Em 2011, a meta é quadruplicar esse valor. “Nosso módulo, o GDS Touch, abre portas, liga equipamentos e luzes, monitora câmeras e programa o Home-Theater por um Tablet ou Smartphone”, diz Gásparo. Antes de desenvolver o GDS Touch, a empresa trabalhava apenas na elaboração de projetos.

“Minha recomendação para quem planeja entrar no mercado é formar uma carteira de clientes e depois negociar para representar uma marca forte de equipamentos internacionais ou, eventualmente, desenvolver uma tecnologia própria, como nós fizemos.”

EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES:

  • R$ 20.000(escritório, móveis, notebook, softwares para projetos, monitor LCD para apresentações, impressora, projetor, telefone e banda larga)
  • CAPITAL DE GIRO: R$ 10.000
  • FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 10.000
  • FUNCIONÁRIOS: 4 (o dono, um especialista em software, um técnico em automação e um atendente)
  • PRAZO DE RETORNO: 24 meses

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Janeiro, 2011